Gonçalo Andrade (presidente da Portugal Fresh)

Gonçalo Andrade (presidente da Portugal Fresh)

[Fonte: Voz do Campo]

Principal mercado das frutas e legumes continua a ser o espanhol, mas de olhos postos na China

A Portugal Fresh surgiu em 2010 quando o setor das Frutas, Legumes e Flores representava 780 milhões de euros só em exportações. Em 2016 esse volume já foi de 1310 milhões de euros.
Gonçalo Andrade, presidente da Portugal Fresh desde junho deste ano acompanhou todo este crescimento e a própria mudança da produção nacional, tanto que em 2016, os produtos mais exportados em valor foram os pequenos frutos, a laranja e a pera Rocha.
O atual Presidente e CEO da Portugal Fresh é Diplomado em Engenharia das Ciências Agrárias – IPCB, em Market Driving Strategies pela London Business School  e em Programa de direção de Empresas pela AESE Business School. Assume ainda os cargos de administrador da Lusomorango, S.A., sócio da Casa Prudêncio e é Chairman do ICOP – International Conference of Producers Organization.
À Revista Voz do Campo fez um retrato do que este setor é hoje para Portugal e aponta alguns dos objetivos a atingir, como levar as nossas frutas e legumes para a China.

Para os nossos leitores que eventualmente ainda não conheçam a Portugal Fresh, como a apresentaria?
A Portugal Fresh é uma associação empresarial para a promoção das frutas legumes e flores de Portugal.

Está à frente da Portugal Fresh há alguns meses, quais são os principais objetivos que traçou para este mandato?
Neste mandato pretendemos continuar a contribuir para o aumento do valor das exportações, atuando nas áreas chave que identificámos: a promoção, os mercados e as relações institucionais.

Quais os projetos em marcha? O que é que ainda vai ser realizado em 2017?
Em 2017 planeámos 20 atividades em 12 países. Já executámos mais de metade do programa proposto e temos muitas iniciativas no último trimestre do ano que é sempre o mais preenchido. A Fruit Attraction será o principal evento que decorre em Madrid entre 18 e 20 de outubro e conta com a participação 30 empresas e 8 parceiros que ocuparão os 417m2, área record, do stand da Portugal Fresh. Temos ainda presenças no Dubai, Roterdão e Nantes, e o Congresso da associação. Estas ações estão previstas nos dois projetos de internacionalização que a Portugal Fresh tem, o SIAC e o Portugal 2020.

Volvidos 7 anos desde que a Portugal Fresh foi constituída,  qual foi a grande evolução do setor hortofrutícola nacional?
O setor tem evoluído muito nos últimos anos. A Portugal Fresh surgiu em 2010 quando o setor das FLF exportava 780 milhões de euros e em 2016 atingiu 1.310 milhões de euros. As empresas e produtores associados investiram muito nos últimos anos e só assim foi possível abordar novos mercados e apostar fortemente na exportação.

Para ler na íntegra na edição 208 (outubro 2017)

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